img A delicada relação entre a mãe e a creche-escola

A delicada relação entre a mãe e a creche-escola

A delicada relação entre a mãe e a creche-escola

A licença-maternidade é um período curto e, para mães autônomas, esse momento sequer existe. Confesso que meu primeiro filho precisou ir para a creche doze horas por dia, aos três meses de idade, enquanto que meu segundo filho foi aos seus exatos dois meses.

A dor no coração é imensa. Há medo, angústia e ansiedade, mas, infelizmente, não há escolha, precisamos da vida profissional para a manutenção da família.

A primeira grande tortura é a escolha da escola, parece que nenhum lugar é suficientemente bom para deixar os filhos, sempre há algo a apontar ou a reclamar, enfim, ninguém cuida como a mãe.

Me senti culpada, tive medo do ambiente, não conhecia as professoras e tinha receio de que não soubessem alimentar, trocar e ninar meu filho.

Meus filhos já passaram por mais de três escolas. As alterações foram necessárias por conta de mudança de endereço e, também, porque evoluí como mãe e procurei locais que pudessem dar um ambiente de crescimento e conhecimento aos meus filhos.

Algo que percebi é que o filho demonstra se o ambiente é bom ou não.
Apesar da boa aparência, devemos acompanhar o comportamento das crianças e, também, os comentários do local pela sociedade.

Por mais que não compreenda muito sobre pedagogia, é importante avaliar a proposta pedagógica da instituição e, principalmente, a formação de todos funcionários.

Avalie se a escola está devidamente inscrita junto ao Município e diligencie sobre a reputação na Secretaria da Educação. Chegue ao local de forma imprevista rotineiramente, avalie limpeza, organização, segurança, ventilação e acompanhe o desenvolvimento do seu filho.

Mas, principalmente, quando seu filho, do jeitinho dele, relatar uma situação estranha, chorar ao chegar na escola (fora da fase de adaptação), pense em procurar um novo lugar. Por mais que possa parecer que a criança não entenda o que está acontecendo, ela é fiel em relatar, a seu modo, a realidade do ambiente da creche.

Melhor uma mudança que um arrependimento.

img APROVADA a “Revisão da vida toda”

APROVADA a “Revisão da vida toda”

APROVADA a “Revisão da vida toda”

Os beneficiários do INSS ficaram anos esperando pelo julgamento, sendo que no primeiro dia de dezembro o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria  e decidiu a favor dos aposentados no processo conhecido como “revisão da vida toda”.
Um grande reconhecimento que gera o direito, de uma parte dos aposentados ou beneficiário do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), o direito de refazer o cálculo do valor de seus benefícios, considerando as contribuições anteriores a 1994, e passar a ganhar mais.

O que é e quem tem direito

A “revisão da vida toda” pede a uma parte dos aposentados o direito de incluir no cálculo do valor de seu benefício às contribuições pagas ao INSS antes de 1994, início do Plano Real.

Contudo, pedir a revisão é uma opção que compensa apenas para quem recebia salários mais altos antes de 1994, o que aumenta o valor da aposentadoria a que o trabalhador tem direito de receber.

Para quem recebia menos, a ação não vale a pena, e a aposentadoria recebida atualmente já é maior do que com a inclusão dos valores mais antigos.
Com a aprovação final dada agora pelo STF, a revisão e restituição dos valores não são automáticas. Têm direito a ela aqueles que têm ação na Justiça pedindo a mudança do cálculo.

Por enquanto, quem se encaixa nos critérios da lei e ainda não tem ação ajuizada pode entrar na Justiça fazendo o pedido, mesmo agora, com o julgamento do STF já concluído.

Uma vez aprovada à revisão, o INSS deve não só corrigir e aumentar o valor pago mensalmente ao beneficiário, como deverá também fazer o pagamento retroativo da diferença de todos os meses passados em que o aposentado recebeu a menos.
Neste caso, o valor a ser devolvido volta até o máximo de cinco anos antes à data de abertura da ação.

img Os desafios do profissional na atualidade

Os desafios do profissional na atualidade

Os desafios do profissional na atualidade
Qualquer trajetória profissional tem no seu curso desafios. Na sua maioria, são problemas com a alta concorrência, a baixa remuneração, as dificuldades da atuação, a atualização constante etc.

Necessário reconhecer, também, que a pandemia influenciou praticamente todos os setores da sociedade, gerando mudanças. É notório, por exemplo, que o perfil dos clientes se alterou, estando estes cada vez mais informados e exigentes.
Portanto, você precisa se destacar em sua carreira e, somente assim, conseguirá boas oportunidades. Fácil falar, mas como isso é possível?

Bom, o primeiro passo é compreender que, como em qualquer carreira, é necessário seguir um trajeto e, se possível, ter a chance de trabalhar no ramo que pretende seguir.
 Os famosos estágios ou trabalhos aprendizes dão a oportunidade de construir capacidades técnicas, postura profissional e aprendizagem das relações humanas. Além, é claro, de lhe permitir a evolução da experiência na área e, assim, auxiliar na decisão sobre qual área irá se dedicar.

O segundo passo confesso que não concordava alguns anos atrás, mas percebo, hoje, sua importância. A aparência é algo que influencia no cotidiano de qualquer profissional. Por isso, procure modelar o seu comportamento, sua forma de falar, de se vestir, de argumentar e de escrever, de acordo com o profissional que almeja ou deseja se tornar.

Além disso, saiba que os primeiros cinco anos de sua carreira serão determinantes para demonstrar sua posição. Nesse período, passará por novos desafios. A
qui sofrerá enormes cobranças: produção, eficiência, proatividade e disponibilidade.
Depois desse período, virá um novo momento, entre seus seis e dez anos de mercado. Aqui será provocado a tornar o seu trabalho referência, expandir seu negócio ou crescer dentro de alguma empresa. Nunca se esqueça de trabalhar com publicidade, gestão, administração, imagem, relacionamentos e finanças.

Entre os onze e os vinte e cinco anos de carreira o desafio parece maior, pois precisa manter sua reputação, seu empreendimento ou seu posicionamento numa empresa e, ainda, ter a possibilidade de abrir novos rumos de mercado, estar sempre se atualizando com as transformações da sociedade.

Não pense que os desafios acabam, eis que, ao ultrapassar os vinte e cinco anos de carreira, estará calejado com as mudanças no mercado e na sociedade, mas esse será o auge da carreira. E aí terá que trabalhar como se fosse iniciante, para manter o histórico e a longa trajetória de trabalho.

Enfim, rotineiramente tenho sido consultada para falar sobre carreiras e suas trajetórias, mas não existe mágica ou mistério.
Qualquer carreira sofre, ao longo dos anos, diferentes problemas e desafios, sendo que você precisa sempre persistir.

Momentos difíceis, angústia e medo fazem parte da vida profissional. Mas tudo o tempo acalma e traz soluções, apenas não se esqueça de trabalhar (e muito!), com ética e moral. O sucesso é consequência.